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Trauma

Trauma não é apenas o que aconteceu, mas o que ficou sem elaboração psíquica. Muitas experiências não foram vividas como “grandes acontecimentos”, mas deixaram marcas silenciosas: dificuldade de confiar, medo de depender, sensação difusa de inadequação ou de estar sempre em alerta.

 

Aqui você encontra os conteúdos em que abordo o trauma a partir de uma leitura psicanalítica diferenciando adaptação de elaboração, força de sobrevivência de vitalidade psíquica.

 

Os textos abaixo ajudam a nomear sofrimentos que muitas vezes aparecem sem palavras e a compreender como a análise pode transformar repetição em experiência subjetiva transponível.

Distorção de percepção no contexto traumático e relacional

A distorção de percepção, no contexto do trauma, não é simples erro de interpretação, mas um enfraquecimento progressivo da confiança na própria experiência. Pode surgir em relações marcadas por manipulação psicológica, abuso emocional ou invalidação repetida, levando a pessoa a duvidar da própria memória, sentimentos e julgamento. O que começa como dúvida pontual pode se transformar em confusão persistente, com culpa e autodesconfiança. Compreender esse processo é o primeiro passo para restaurar a capacidade de confiar no que se percebe e reconstruir autonomia psíquica.

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TEPT-C, Trauma Complexo: quando o sofrimento não vem de um único evento

O trauma complexo, também chamado de TEPT-C (Transtorno de Estresse Pós-Traumático Complexo), não se forma a partir de um choque isolado, mas de experiências repetidas de desamparo, invasão ou negligência, geralmente dentro de relações significativas. 

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Família Tóxica e o Trauma Transgeracional

O trauma geracional (trangeracional, intergeracional) nem sempre é transmitido por histórias contadas ou por acontecimentos impactantes, mas por transmissão de papeis ou comportamentos inconscientes que a pessoa passa a viver e internalizar sem perceber. Quem cuida de todos, quem não pode sair, quem não deve desejar, quem precisa se adaptar para manter a relação. Nesses contextos, a autonomia costuma ser vivida como ameaça, e o pertencimento como uma prisão silenciosa.

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Repetição de Padrões na Vida Adulta

A repetição de padrões da vida adulta às vezes parece pura casualidade: os mesmos tipos de relação, o mesmo trabalho que adoece, a mesma sensação de que a vida repete um roteiro já conhecido. Para muitos, isso tudo é explicado pela teoria do “espelho” — como se o outro apenas refletisse aquilo que não vemos em nós. Mas, na clínica, sabemos que o movimento é mais profundo do que um reflexo.

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Trauma Relacional

O trauma relacional diz de experiências que produzem um declínio da identidade e do bem-estar emocional de alguém por conta uma ou várias relações. Ele pode nascer de um evento isolado ou de vivências repetidas em que algo na relação (seja ela familiar, amorosa ou social) falhou, se confundiu ou machucou.

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Trauma por Abandono

O trauma de abandono é a marca psíquica deixada quando, em momentos em que o sujeito precisava do olhar, do pensamento ou da sustentação emocional de um cuidador ou parceiro, ele percebe — de modo consciente ou inconsciente, que foi deixado só demais. Sozinho diante de angústias que não conseguia nomear, prever ou metabolizar. Muitas vezes, também sem recursos internos para lidar com determinada situação.

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Trauma por Relacionamento com Pessoa Narcisista

Trauma por relacionamento com narcisista é o termo que usamos para o abalo psíquico de se vincular a alguém cujo modo de se relacionar é autocentrado: coloca o próprio eu no centro, reconhece pouco a experiência do outro e, não raro, recorre a desqualificações, inversões e distorções da realidade para conservar esse lugar. 

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18 de fevereiro de 2026 às 13:01:47

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